Cerveja

Cervejóide #87: Bretts ou não, uma cerveja que quase vale o preço e muito mais…

14 ABR
2015
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O Cervejóide é o espaço sobre cerveja artesanal no Factóide. Noticias, polêmicas, lançamentos, harmonizações, degustações e sugestões de leituras passam por aqui (quase) semanalmente, (geralmente) as terças.

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- O mistério das Bretts

O fungo Brettanomyces está na moda, por acrescentar características sui generis à cerveja, o que antes era visto como defeito na maioria das cervejas, passou a ser um “twist” desejado, como pode ser observado nas Brett IPAs por exemplo (para entender mais sobre os Bretts, leia esse texto do Marcussi).

Não sou o maior entendedor dos detalhes da produção cervejeira, mas já havia lido algumas pessoas comentarem que o fermento vendido pela White Labs como Brettanomyces poderia não ser exatamente essa levedura.

Via Wikipedia.

Por isso me chamou atenção a postagem do Rafael, que citou o comunicado do laboratório em que este afirmou que o WLP644 (que antes era comercializado como Brett) na verdade é uma variante da espécie Saccharomyces (a tradicional levedura cervejeira).

- Quase Vale

Ao escrever sobre o Festival de Blumenau, mencionei que a Bohemia Reserva 2012 quase foi a melhor do festival (entrou no meu top 5 com tranquilidade. Mas o “quase” em questão hoje é outro. É que com o preço de mais de três dígitos, ela quase vale ser comprada.

Esse sonoro quase faz toda a diferença e se aplicou em outra cerveja que experimentei na semana que passou, a Baden Baden Tripel.

A cerveja é boa? Sim. Muito? Sim (principalmente no caso da barleywine da Ambev). Mas vale o preço proibitivo da garrafa? Não.

Isso acontece por que existem no mercado opções tão boas ou até melhores por valores muito mais em conta. Só consegui tomar essas duas cervejas por causa de situações especiais (experimentei a dose da Bohemia no festival, da Baden Baden Tripel não havia, mas um amigo ganhou de aniversário e me convidou para degustar em conjunto).

Se uma cerveja justificar seu valor, não vejo problema no preço. Talvez não a compre, mas entenderei o por que. Mas essas duas boas cervejas, infelizmente ficam no quase.

- Um dia para beber as medalhistas

No mês de abril, a Confraria On line do Grupo Rock e Cerveja Especial será com as cervejas medalhistas do concurso realizado no Festival Brasileiro de Cerveja 2015.

Para mais informações, clique aqui.

- Boas Leituras

As histórias por trás de alguns nomes de cervejas da Evil Twin.

Teste cego com 116 IPAs dos EUA.

Um sachê para elevar a qualidade da cerveja.

A Weird Barrel irá inaugurar o seu brewpub em Ribeirão.

Mestre Cervejeiro de cervejaria adquirida pela AB-Inbev nos EUA se demite e concede entrevista.

Esperada para o Festival de Blumenau, finalmente a Way lança sua Imperial Stout.

BA lançam o guia de estilos 2015.

EUA elevam venda de cerveja artesanal para o Brasil.

Uma nova cervejaria do Espirito Santo.

- HarmonizaSOM

No som, aquecimento para o show do Cachorro Grande em Cuiabá que acontecerá nesse fim de semana. No copo, a versão já pronta do black & tan proposto pela Evil Twin com sua Yin & Yang.

Imagem de Amostra do You Tube

- Cerva da Semana

Ainda em clima belga, a surpresa da semana foi a Fluffy White Rabbits da
Pretty Things Beer & Ale Project, uma hop tripel, onde o IBU de 50 se destaca mais por amansar do dulçor do estilo (e um bom aftertaste) ao invés de protagonizar a cerveja. Essa cerveja foi compartilhada pelo amigo Flávio Izar.

Publicado em Cerveja por às 07:00
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